Mostrando postagens com marcador Leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leitura. Mostrar todas as postagens

7 de agosto de 2009

Aproveitem!!

Promoçao

(Compre compre compre) - Eu não vou ganhar comissão nenhuma por isso, nem tenho banners do Submarino. A visita é pouca no blog, e poucos conhecidos compram pela internet, logo não valeria o empenho.

Porem ontem de madruga conversando sobre livros, Uruca me avisa que tinha uma puta promoção no Submarino. 5 livros, ou melhor, 5 bíblias por apenas R$ 50,00. De R$ 272 para R$ 50,00. Sabem o que isso? Investimento! É como se te dessem 200 pilas. Fazendo as contas você pagaria 10 mangos por cada livro, é muito menos que em qualquer sebo.

Posto aqui porque achei a promoção absurda e também já garanti o meu e quem avisa amigo é. Viva a leitura! (de qualidade) e agradeçam ao Uruca.

Jefferson Guerra

16 de maio de 2009

Zumbis – Entenda-os

(Tomara que Zumbis não ataquem no frio) – Antes de começar o post, um adendo: Eu juro que existe “entenda-os”, mas achei nada pelo Google com este termo. Então, se ele não existir, considere-o criado por mim e se usar me pague.

Após esta informação relevante acima, venho aumentar vosso conhecimento sobre ZUMBIS. Assunto importante e que deveria ser ministrado em nossa educação básica, evitando assim que mundo não vire um imenso Resident Evil global. Também aumentaria a construção de Shoppings e esses com lojas de armas. Além de melhorar esses enormes prédios comerciais em cidades do interior, como os daqui de Cascavel, mas isto é um ótimo assunto para um próximo post.

Como meu conhecimento é só sobre shoppings, armas e tiros na cabeça, tive que pesquisar algo para enrolar este post e deixa-lo enorme ensina-los como ajudar o mundo!

Então vai o TOP 10 de como agir em caso de Zumbis.

1º - Organize-se antes que eles despertem!
2º - Eles não sentem medo. Por que você deveria?
3º - Use sua cabeça: corte a deles.
4º - Lâminas não precisam ser recarregadas.
5º - Proteção ideal: roupas apertadas, cabelos curtos.
6º - Suba a escada, mas destrua ela depois.
7º - Saia do carro, suba na moto.
8º - Mantenha-se em movimento, fique escondido, fique quieto, fique alerta!
9º - Nenhum lugar é seguro, apenas mais seguro ainda.
10º - O zumbi pode ter ido embora, mas a ameaça permanece.

Depois desta lista que destruiu tudo o que eu achava que sabia sobre morto-vivos resolvi pesquisar mais ainda (mentira) e achei o “Guia de Sobrevivência a Zumbis”.

image

Descrição: Se você pensa que os zumbis são apenas personagens de filmes de horror, está enganado! Que tal então rever depressa todos os seus conceitos e começar a tremer de verdade? A partir de agora os seres humanos estão correndo um enorme risco. Mas a salvação vem no Guia de sobrevivência aos zumbis. Muito mais do que uma simples experiência divertida, as histórias são todas verdadeiras. Afinal quando o ataque começar esta também pode ser a única luz no fim do túnel.
Quer mesmo conhecer todos os detalhes para saber se defender dos terríveis monstros? Está tudo descrito nas páginas do livro. Detalhes escabrosos, jamais imaginados. Estude, estude muito, seja um aluno aplicado e prepare-se para a invasão. A não ser que você prefira virar banquete!

Leiam e se dediquem, uma hora todos serão gratos a você!

Mas como ler se você não possui o livro? Acesse este link Zombie.Survival.Guide_by_FilipeCarnage.rar e baixe-o na integra. (Em inglês)

O TOP10 e o Download do livro encontrei no Mundo Zumbi 

E a descrição no site do Submarino

Jefferson Guerra

11 de novembro de 2008

A Poesia

A Poesia
Manoel de Barros

A poesia está guardada nas palavras
É tudo que eu sei
Meu fardo é não entender quase tudo
Sobre o nada eu tenho profundidades
Eu não cultivo conexões com o real
Para mim poderoso não é aquele que descobre o ouro
Poderoso pra mim é aquele que descobre as insignificâncias do mundo e as
nossas
Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil
Fiquei emocionado e chorei
Sou fraco para elogios.

3 de novembro de 2008

Ahn Yu - Unicórnio

Unicórnio
Ahn Yu

Universalmente admite-se que o unicórnio é um ser sobrenatural e de bom agouro; Assim o declaram as odes,os anais, as biografias de varões ilustres e outros textos de indiscutível autoridade.
Até os párvulos e as mulheres de povo sabem que o unicórnio constitui um presságio favorável. Mas esse animal não figura entre os animais domésticos. Nem sempre é facil encontrá-lo, não se presta a uma classificação.
Não é como o cavalo ou o touro, o lobo ou o cervo.Em tais condições poderíamos estar diante de unicórnio e não saberíamos com segurança que se trata dele. Sabemos que tal animal com crina é cavalo e que tal animal com chifres é touro, não sabemos como é o unicórnio.

28 de outubro de 2008

Se os Tubarões Fossem Homens


Se os Tubarões Fossem Homens
Bertold Brecht

Se os tubarões fossem homens, eles fariam construir resistentes caixas do mar, para os peixes pequenos com todos os tipos de alimentos dentro, tanto vegetais, quanto animais.

Eles cuidariam para que as caixas tivessem água sempre renovada e adotariam todas as providências sanitárias, cabíveis se por exemplo um peixinho ferisse a barbatana, imediatamente ele faria uma atadura a fim que não morressem antes do tempo.

Para que os peixinhos não ficassem tristonhos, eles dariam cá e lá uma festa aquática, pois os peixes alegres tem gosto melhor que os tristonhos.

Naturalmente também haveria escolas nas grandes caixas, nessas aulas os peixinhos aprenderiam como nadar para a guela dos tubarões.

Eles aprenderiam, por exemplo a usar a geografia, a fim de encontrar os grandes tubarões, deitados preguiçosamente por aí. aula principal seria naturalmente a formação moral dos peixinhos.

Eles seriam ensinados de que o ato mais grandioso e mais belo é o sacrifício alegre de um peixinho, e que todos eles deveriam acreditar nos tubarões, sobretudo quando esses dizem que velam pelo belo futuro dos peixinhos.

Se encucaria nos peixinhos que esse futuro só estaria garantido se aprendessem a obediência.

Antes de tudo os peixinhos deveriam guardar-se antes de qualquer inclinação baixa, materialista, egoísta e marxista e denunciaria imediatamente aos tubarões se qualquer deles manifestasse essas inclinações.

Se os tubarões fossem homens, eles naturalmente fariam guerra entre sí a fim de conquistar caixas de peixes e peixinhos estrangeiros.

As guerras seriam conduzidas pelos seus próprios peixinhos. Eles ensinariam os peixinhos que entre eles os peixinhos de outros tubarões existem gigantescas diferenças, eles anunciariam que os peixinhos são reconhecidamente mudos e calam nas mais diferentes línguas, sendo assim impossível que entendam um ao outro.

Cada peixinho que na guerra matasse alguns peixinhos inimigos

Da outra língua silenciosos, seria condecorado com uma pequena ordem das algas e receberia o título de herói.

Se os tubarões fossem homens, haveria entre eles naturalmente também uma arte, havia belos quadros, nos quais os dentes dos tubarões seriam pintados em vistosas cores e suas guelas seriam representadas como inocentes parques de recreio, nos quais se poderia brincar magnificamente.

Os teatros do fundo do mar mostrariam como os valorosos peixinhos nadam entusiasmados para as guelas dos tubarões.

A música seria tão bela, tão bela que os peixinhos sob seus acordes, a orquestra na frente entrariam em massa para as guelas dos tubarões sonhadores e possuídos pelos mais agradáveis pensamentos .

Também haveria uma religião ali.

Se os tubarões fossem homens, ela ensinaria essa religião e só na barriga dos tubarões é que começaria verdadeiramente a vida.

Ademais, se os tubarões fossem homens, também acabaria a igualdade que hoje existe entre os peixinhos, alguns deles obteriam cargos e seriam postos acima dos outros.

Os que fossem um pouquinho maiores poderiam inclusive comer os menores, isso só seria agradável aos tubarões pois eles mesmos obteriam assim mais constantemente maiores bocados para devorar e os peixinhos maiores que deteriam os cargos valeriam pela ordem entre os peixinhos para que estes chegassem a ser, professores, oficiais, engenheiro da construção de caixas e assim por diante.

Curto e grosso, só então haveria civilização no mar, se os tubarões fossem homens.

15 de maio de 2008

Texto Sobre a Loucura

Texto sobre a loucura.
Edward Bond

Nós não podemos falar nada sobre nós e a nossa época, sem começarmos por definir a loucura.
Como é que se explica que nós sejamos seres dotados de razão, enquanto a nossa sociedade é tão ligada à loucura?
Como as pessoas que tem toda a sua razão podem agir como se estivessem loucas e acreditar nas idéias loucas que a sociedade lhe impõe?
Nós podemos encontrar uma resposta com aqueles que perderam a razão.
O que é que os deixou loucos?
As pessoas ficam assim quando não chegam a criar uma relação funcional e prática com a sociedade e com a realidade.
O que eles fazem?
Eles criam uma sociedade que é uma realidade para eles.
Eles ficam loucos para não perder a sua razão.
A sua loucura é a explicação que eles dão para a loucura que eles encontram no mundo.

18 de fevereiro de 2008

Poesias

Leia
Paul Valéry
Leia... Leia!
O homem que trabalha, que minimamente ganha a vida, que leia! Leia em casa, no ônibus, no metrô. Leia naquela hora que os meios de comunicação devoram contando casos de polícia, bobagens incoerentes, mexericos e fatos muito menores, cuja confusão e abundância parecem feitas para aturdir e simplificar grosseiramente os espíritos.

29 de janeiro de 2008

O Pasquim

Documentário conta a era do Pasquim
05/08/2004
Em 1969, ano particularmente duro no regime militar, surgiu no Rio de Janeiro "O Pasquim", tablóide que, com sua irreverência, humor e anarquia, daria uma nova roupagem e linguagem ao jornalismo brasileiro, uma forma mais coloquial à publicidade e causaria um forte abalo nos níveis da hipocrisia nacional. A TV Câmara conta no documentário "O Pasquim - a Subversão do Humor", através dos principais personagens desta história, como ele invadiu o Brasil, enfrentando a censura e a cadeia com o riso aberto, como se fosse mais uma das farras da turma de Ipanema.
Em O Pasquim, Jaguar, Ziraldo, Sérgio Cabral, Luiz Carlos Maciel, Marta Alencar, Miguel Paiva, Claudius, Sérgio Augusto, Reinaldo, Hubert lembram como se escreveu esta página da nossa história e Angeli, Chico Caruso, Washington Olivetto e Zélio como ela foi determinante para as páginas seguintes.
Ninguém ficou rico com a publicação, embora ela tenha vendido nos seus melhores tempos, entre 1969 e 1973, até 250 mil exemplares. Um volume acima do razoável, se lembrarmos que os jornais de tiragem nacional rodam hoje, mais de 30 anos depois, com toda a informatização, a facilidade de distribuição e as fortes campanhas de assinantes, cerca de 300 mil exemplares.
A verdade é que o comportamento da chamada Patota do Pasquim era tão anárquico quanto o conteúdo do jornal. E o que ganharam gastaram entre prisão, brigas, festas e altas dosagens etílicas. Bem que os militares e a elite brasileira tentaram sufocá-lo diversas vezes e de formas variadas mas, quando conseguiram, ele já havia disseminado uma nova forma de comportamento nos meios de comunicação. Como diz Jaguar, a imprensa tirou o paletó e a gravata, ou, como diz Olivetto, passamos a escrever e nos comunicar com língua de gente, do povo.

Para copiar o arquivo, clique com o botão direito do mouse na linha abaixo e escolha a opção "salvar destino como", informando a pasta do seu computador em que o arquivo deverá ser gravado.
arquivo: Documentario do "O Pasquim".

ou, se não quiser baixar, clique no link da Tv Câmara, citado logo abaixo.

Tirado do Tv Câmara

12 de dezembro de 2007

Capitulo III - Narrador II

...Neste corredor havia uma enorme fila de pessoas de frente para porta, todos da fila seguiam, com olhares de esperança, Sagitra. [Hey, tu anda vendo filme de cowboy, né? Espero que nenhum seja com segunda intençoes...] Ele entra na sala e... (Continua) [!#$%$#@$%#!#]

5 de dezembro de 2007

Capitulo II - O Narrador

[Isso, pelo menos não estragou o texto logo no começo. Um titulo simples, qualquer um criaria, mas pelo menos não quis inventar alguma merda logo no começo... E afinal, já escolheu um narrador?]

Sagritra está na frente de um prédio comercial [é assim que você trabalha? Do nada apareço na frente de um prédio. Você pensa que é a Matrix? Da proxima vez quero que crie ma casa para mim, pelo menos me preparo para o que sua mente cria, ou não, porque vai la saber o que tem ai dentro, se é que tem alguma coisa. Mas vamos lá, continue com a sua ideia maluca]

Com seu terno preto, ele entra no prédio, o porteiro lhe explica que a sala alugada para ele se encontra no décimo andar [?].Ele decide ir pela escada [¬¬], digo, ele espera o elevador chegar ao terreo, entra e vai até o decimo andar.

Só há uma sala neste andar, no final d e um longo corredor...(Continua) [Puta merda, até você com essa putaria? E o pior que nem suspense teve...]

29 de novembro de 2007

Capitulo I - As aventuras do Sagitra

[... Mané aventuras, você é viado? Titulo de escritor de merda, juvenil, que nunca leu um livro que preste em sua mediocre vida. Titulo de homem é "A vida de merda de um qualquer", é assim que se faz, porra!! Minha vida é um porre mesmo, escritor tem que escrever a verdade nua e crua, sem muita frescura... Enfim, aprenda a escrever antes de continuar a falar sobre a minha vida. Sou personagenzinho qualquer não que você tira da sua cabeça e coloca no papel... Ah! E eu quero um narrador, o narrador, não venha com qualquer merda no proximo capitulo, entendeu?]

12 de novembro de 2007

Não Entendo...

Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.

Clarice Lispector

30 de agosto de 2007

Livros III

O livro que li, depois da "A arte da guerra" do Maquiavel, foi Xangô de Baker Street do Jô Soares.
Li rapidão, porque quando você muda de um livro de filosofia e ainda traduzido, diga-se ainda, muito mal traduzido, os livros da escala que peguei estão com muitos erros.

A sinopse do livro do Mr Ego: Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém, aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequins, pais-de-santos e cannabis sativa. Sem falar, é claro, dos crimes do primeiro serial killer da história, que executa seu sinistro plano nota a nota, com uma notável afinação e precisão de corte. O britânico e intrépido detetive e seu fiel e desconfiadíssimo esculápio vivem então no Rio de Janeiro a aventura que Sherlock Holmes que Conan Doyle se recusou a contar - por motivos que ficarão bastante óbvios - mas que para felicidade do leitor brasileiro Jô Soares resgata neste romance implacável e impagável.

Achei engraçado e muito criativo. Sobre Sherlock Holmes não posso comentar muito, porque nunca li um livro dele. E outra, eu gosto de livro assim, que você tenta advinhar quem fez tal coisa, e por felicidade ou não eu descobri antes da metade do livro, não sei se porque foi facil identificar, mas depois de um tempo ficou muito obvio, ehehehehe.
Lembrando que tem o filme, que não vi, mas pretendo, porque nunca li um livro e depois vi um filme baseado nele.

Em breve eu posto sobre o outro.

24 de agosto de 2007

Livros II

Oito meses sem postar o que leio. Não que eu tenha parado de lêr, mas sim por esquecimento de postar, ou outra coisa que era mais interessante e eu novamente acabava esquecendo. Nesse meio tempo li 3 livros acho.
Falarei de um deles por post/dia. Hoje falo do primeiro que li no começo ano, "A Arte da Guerra - Maquiavel"

Não gostei muito dele não, eu pensei que ia ser mais filosofico sobre a guerra.
Mas teve quase nada de filosofico no livro. Foi muito histórico. Sitava grandes Generais da Idade Antiga e da Média. Sobre os paises bélicos, como Roma...
Maquiavel chegou a citar até as distancia de um soldado do outro.
Enfim, se vocês gosta de algo bem detalhado, vale a pena.

E outra, comprei no Sebo. =]

13 de agosto de 2007

O Verdadeiro Planeta

"... talvez no levasse a conclusão de que a terra é o verdadeiro planeta ascético. Um recanto de criaturas descontentes, arrogantes e repugnantes, desgostosas consigo mesmas, com o mundo, com a vida e se prejudicam a si mesmas de todas as maneiras possíveis pelo prazer de praticar o mal: seu único prazer na verdade."


Nietzsche - A Genealogia da Moral

5 de janeiro de 2007

Livros

__Há dois anos que comecei a gostar de ler. E de lá para cá venho gostando mais, lendo em média cinco livros anuais, eu acho.

__Nesse começo de ano terminei "Humano, demasiado humano" do bigode - Nietzsche. Que recomendo para todos que são curiosos ou querem entender sobre o ser humano e suas ações.

__Terminado o livro do alemão, comecei a ler "A arte da guerra" do tio Maquiavel, o qual espero ser bom.

__Dito isso, gostaria que vocês postassem os livros que estão lendo, desde gibis à dicionários, e o que lerão.

__E paguei só 8 reais em cada um deles, viva o sebo!!